Geraldo Jr

13
dez

OPORTUNIDADE DE FICAR RICO: MEGA-SENA ACUMULA E PRÊMIO PODE CHEGAR A R$ 42 MILHÕES

Ninguém acertou os seis números da Mega-Sena sorteada na noite de hoje (12) e o próximo concurso, com o sorteio no sábado, tem uma estimativa de um prêmio de R$ 42 milhões. Os números sorteados foram 03, 27, 36, 39, 40 e 43.

O sorteio do concurso 2.106, realizado em Criciúma (SC), teve 82 apostas ganhadoras na quina, cada uma levando um prêmio de R$ 35,63 mil, e 5.610 apostas ganhadoras na quadra, com prêmios de R$744.

13
dez

CASO COAF É O PRIMEIRO TESTE DA ESTRATÉGIA DE PODER E COMUNICAÇÃO DE BOLSONARO

Por Bruno Boghossian

Passaram-se sete dias desde a revelação de que um assessor de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 1,2 milhão em um único ano e deu umcheque de R$ 24 mil à mulher de Jair. De saída, a família julgou que devia poucas explicações, mas o episódio tem potencial para depreciar um dos principais ativos do próximo presidente.

Bolsonaro já demonstrou que pretende governar com o poder das redes sociais, escorado em sua popularidade. Embora pareça uma boa ideia, a estratégia carrega seus riscos. Se o presidente depende de constante aprovação, manchas na imagem também podem drenar sua força.

O silêncio e as explicações dadas pela metade não abafaram o caso. Informações que vieram a público ao longo da semana acentuam as suspeitas de que o gabinete de Flávio na Assembleia do Rio obrigava funcionários a devolverem parte de seus salários —mecanismo conhecido como “pedágio” ou “rachadinha”.

Fabrício Queiroz, ex-motorista de Flávio, não conseguiu justificar os depósitos que recebia em sua conta no dia do pagamento dos outros servidores. Também não disse por que sacava o dinheiro logo depois. Não há provas de que os Bolsonaros tenham se beneficiado de alguma ilegalidade, mas as interrogações não ajudam a família.

As suspeitas levantadas são especialmente danosas porque Bolsonaro se elegeu sob a bandeira da rejeição ao sistema e da tolerância zero com a corrupção. A cobrança de pedágio é um dos hábitos mais ordinários da velha política —assim como a contratação de funcionários fantasmas e o recebimento de auxílio-moradia sem necessidade.

O presidente eleito dobrou a aposta nesta quarta (12). Ao fim de uma transmissão no Facebook, disse: “Se algo estiver errado, que paguemos a conta”. Assim, Bolsonaro reforça o exercício do poder em linha direta com seus eleitores, como afirmou em sua diplomação. Se não conseguir apresentar um esclarecimento completo sobre o caso, ele pode conhecer o lado amargo desse plano.

13
dez

ENDIVIDADO, PT SUSPENDE VIAGENS DE DIRIGENTES E REVÊ CONTRATOS DE ALUGUEL

Painel / FOLHA SP

Apertando o cinto Asfixiada por dívida superior a R$ 4 milhões após a campanha eleitoral, a direção do PT decidiu tomar medidas para equilibrar suas finanças. Viagens de funcionários e dirigentes serão suspensas até janeiro. A folha de pagamento do diretório nacional será revista, assim como aluguéis e contratos com prestadores de serviços. “As reservas financeiras mantidas pelo PT esgotaram-se”, diz comunicado assinado pela presidente da sigla, Gleisi Hoffmann, e pelo tesoureiro, Emídio de Souza.

Pires na mão Os petistas dizem que o dinheiro do Fundo Partidário, que deve render R$ 93 milhões para a legenda no próximo ano, é insuficiente para seus compromissos. Eles planejam lançar uma campanha de arrecadação na internet e pedir contribuições a parlamentares e filiados.

Passando a limpo Os dirigentes também prometem apresentar em breve à executiva nacional novas regras para controle interno, incluindo um sistema de conformidade nos moldes dos que têm sido adotados por empresas para inibir a prática de corrupção.

Com juros Outra preocupação dos petistas são as ações que enfrentam na Justiça. A Procuradoria-Geral da República pede a devolução de R$ 19 milhões do Fundo Eleitoral gastos no período em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve registro como candidato mesmo preso.

13
dez

PREFEITURA DE CURRAIS NOVOS PAGA 2ª PARCELA DO 13º SALÁRIO NESTA SEXTA-FEIRA, 14

A Prefeitura Municipal de Currais Novos paga nesta sexta-feira, 14, a segunda parcela do 13º Salário dos Servidores Municipais, tendo a primeira sido paga no mês de julho. De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento e Finanças (SEMFIN), o valor total da folha desta segunda parcela é de R$ 1.100.723,81 (Um milhão, cem mil, setecentos e vinte e três reais e oitenta e um centavos).

Em Julho, o valor total da folha da primeira parcela foi de R$1.252.729,13 (Um milhão, duzentos e cinquenta e dois mil, setecentos e vinte e nove reais, e treze centavos). No total, o valor da folha do 13º Salário da Prefeitura de Currais Novos é de R$ 2.353.452,94 (Dois milhões, trezentos e cinquenta e três mil, quatrocentos e cinquenta e dois reais e noventa e quatro centavos).

13
dez

UNIDADES ESCOLARES DA ZONA RURAL DE CURRAIS NOVOS ESTÃO SENDO REFORMADAS

As 9 Unidades Escolares da Zona Rural de Currais Novos estão sendo reformadas para melhor atender a comunidade escolar de diversos povoados do município e, assim, fortalecer o desenvolvimento das atividades e projetos importantes para centenas de alunos, obras estas realizadas pelo Centro Municipal de Ensino Rural.

Na manhã desta quarta-feira, 12, o Prefeito Odon Jr, acompanhado dos secretários Jorian Pereira (Educação) e Rodolfo Lucena (Gabinete), visitaram a Unidade Escolar da Comunidade Jurupaiti, e conversaram com a equipe da escola, que realiza na noite de hoje a reinauguração da unidade. Foram realizados serviços como ampliação da cozinha, recuperação dos banheiros, forro de gesso nas salas, melhorias na cisterna, pintura interna e externa, e recuperação do telhado.

“Estas reformas são de grande importância para nossas Escolas Rurais pois possibilita o avanço em diversas atividades e melhores condições de trabalho e ensino para nossos alunos”, comentou o Prefeito Odon Jr. As Unidades do Maxinaré e Malhada da Areia também estão com as obras de reforma adiantadas. De acordo com o Secretário Jorian Pereira, em janeiro de 2019 terá início a reforma das outras Unidades.

13
dez

BOLSONARO DIZ QUE É PRECISO AFROUXAR LEI TRABALHISTA, APROXIMAR ELA DA INFORMALIDADE E MAIS UMA VEZ DIZ QUE SE SEU GOVERNO DER ERRADO, O PT VOLTA AO PODER

Em reunião fechada com deputados do DEM, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, defendeu mudanças nas leis trabalhistas para que elas se aproximem da “informalidade”.

“No que for possível, sei que está engessado o artigo sétimo [da Constituição], mas tem que se aproximar da informalidade”, disse o presidente eleito em reunião com deputados do DEM nesta quarta-feira (12), em Brasília.

Bolsonaro voltou a dizer que é muito difícil ser empresário. “Ser patrão no Brasil é um tormento”, afirmou.

As declarações do presidente constam em vídeo publicado no Facebook do deputado federal Francisco Floriano (DEM-RJ), que transmitiu parte do encontro ao vivo.

Bolsonaro disse ainda que, se tiver clima, vai “resolver o problema” do Ministério Público do Trabalho.

“O Ministério Público do Trabalho, por favor, se tiver clima, a gente resolve esse problema. Não dá mais para continuar quem produz sendo vítima de uma minoria, mas uma minoria atuante”, disse.

O presidente eleito criticou o órgão por não ter hierarquia, comparando com a estrutura militar: “cada um faz o que bem entende”.

Eleito com discurso de liberal na economia, sob a tutela de Paulo Guedes, que será ministro da Economia, Bolsonaro promete fazer reformas estruturantes a partir de 2019, entre elas, uma nova revisão da lei trabalhista.

Em seus discursos, ele tem dito de forma genérica que pretende fazer novas flexibilizações porque o empresário é desestimulado no Brasil devido ao ‘excesso’ de direitos dos trabalhadores.

Em suas declarações sobre o tema, diz que seu governo pretende rever os pontos que não interferirem no artigo 7º da Constituição, que trata de direitos como a previsão do pagamento de 13º salário, férias, salário mínimo, entre outros pontos.

Bolsonaro faz a ressalva após polêmica durante a campanha presidencial envolvendo o 13° salário.

Em encontro com empresários, seu vice, o general Hamilton Mourão, criticou o 13º salário, afirmando que se tratava de uma “jabuticaba”.

Para desfazer o mal-estar, Bolsonaro negou que isso pudesse ser feito e, ainda durante a corrida eleitoral, prometeu criar o 13° salário para os beneficiários do programa Bolsa Família.

Ainda no vídeo, Bolsonaro cita o empresário Luciano Hang, dono da varejista Havan, um de seus principais apoiadores.

Hang é alvo de um pedido da Procuradoria do Trabalho de Santa Catarina, que solicitou a aplicação de uma multa de R$ 100 milhões a ele por ter tentado influenciar os votos de seus funcionários.

“Luciano Hang da Havan, de Santa Catarina, está com uma multa de 100 milhões de reais porque ele teria aliciado, obrigado os funcionários a votar em mim”, diz, em tom crítico.

O presidente eleito diz que, com as críticas ao MP do Trabalho, não quer o fim da fiscalização.

“Nós queremos que tenha fiscalização, sim, mas nós queremos que chegue no órgão fiscalizado e a pessoa seja atendida como amiga”, disse.

Embora Bolsonaro fale em rever as leis trabalhistas, até agora sua equipe econômica não definiu que modificações fará na legislação atual.

Ele excluiu o status de ministério da pasta do Trabalho e dividiu suas atribuições entre Economia, Cidadania e Justiça.

O governo de Michel Temer conseguiu aprovar no Congresso projetos que representam bandeiras históricas do empresariado e que mexeram na legislação trabalhista, em especial a reforma trabalhista e a liberação da terceirização mesmo da atividade principal das empresas.

A reforma trabalhista alterou mais de 100 pontos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o conjunto de normas que rege as relações de trabalho e que foi editado em 1943, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. Entre as mudanças, a de que acordos coletivos podem prevalecer sobre a legislação em vários casos, a instituição do trabalho intermitente e a limitação do acesso gratuito do trabalhador à Justiça do Trabalho.

Bolsonaro também comentou medidas relativas a terras indígenas e quilombolas.

“Não demarcarei um centímetro a mais de terra indígena. Ponto final”, disse, sob aplausos.

“Não tem mais terra para quilombola também, acabou. Não vou entrar em detalhes, mas isso tem a ver com segurança jurídica no campo”, afirmou o eleito.

Falando sobre a vida do produtor rural, Bolsonaro disse que “você quer derrubar uma árvore, quer fazer uma coisa legal, é quase impossível, depende de licenças ambientais. Esse problema a gente vai deixar de lado”.

No encontro com o DEM, ele repetiu o que havia falado na semana anterior a outras bancadas, com quem se reuniu, como MDB, PRB, PR e PSDB.

Bolsonaro voltou a pedir apoio argumento que, se seu governo der errado, o PT volta ao poder.

“A gente enfrenta esses caras desde 1922, esse tipo de filosofia. Eles hibernam, esperam o momento adequado para voltar das cinzas muitas vezes, onde estão agora”, discursou.
“Não é que eu quero eliminar o PT. Quero botar o PT no seu devido lugar pelo voto.”

Folhapress

13
dez

GOVERNADORES ELEITOS PEDEM A MORO LIBERAÇÃO DE RECURSOS PARA PRESÍDIOS

Em crise financeira e sem capacidade para investir na segurança pública, governadores eleitos se reuniram nesta quarta-feira, 12, com o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, e pediram a ele que os recursos do Fundo Penitenciário (Funpen) sejam automaticamente repassados aos Estados. Hoje o dinheiro é liberado apenas após a aprovação de um projeto apresentado pelos governos estaduais.

Segundo o governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), a distribuição dos recursos seria feita de acordo com a população carcerária. O repasse seria maior para onde há maior concentração de presos.

A transferência automática é um dos seis pontos fundamentais apresentados pelos governadores na reunião com Moro e os presidentes das cortes superiores do Judiciário. A justificativa dos governadores eleitos é que o dinheiro do Funpen poderia ser usado na construção de novas unidades prisionais ou na revitalização das atuais.

Em entrevista após o encontro, Ibaneis e os governadores eleitos de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), não souberam dizer se o futuro governo Bolsonaro concorda com o repasse.

“Dos governadores, respondo pelo meu Estado e a destinação vai ser usada do modo correto. Não há a menor possibilidade de esse recurso ser usado para custeio”, afirmou Doria.

Estadão Conteúdo

13
dez

‘SE TIVER ALGO ERRADO, QUE PAGUEMOS A CONTA’, DIZ BOLSONARO, SOBRE EX-ASSESSOR DO FILHO FLÁVIO

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), admitiu na noite desta quarta-feira que está disposto “a pagar a conta” caso a investigação aponte irregularidade na movimentação de R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017 de Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor de seu filho Flávio Bolsonaro. Bolsonaro disse que o caso “dói no coração”, porque, segundo ele, “o que tem de mais firme (em seu projeto de governo) é o combate à corrupção”.

– Se algo estiver errado, comigo, meu filho ou o Queiroz, que paguemos a conta desse erro. Não podemos comungar com erro de ninguém – disse Bolsonaro, em um pronunciamento ao vivo pello Facebook, que druou 16 minutos.

Queiroz é citado em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) anexado à Operação Furna da Onça, que prendeu deputados estaduais do Rio. O volume de recursos movimentados em sua conta bancário foi considerado atípico. Entre as movimentações que constam do relatório está um cheque de R$ 24 mil pagos à nova primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Na transmissão no Facebook, o presidente eleito, no entanto, reafirmou que nem ele, nem o filho ou o assessor são investigados. Bolsonaro disse que Queiroz será ouvido na próxima semana. O Ministério Público do Rio de Janeiro está investigando o caso após a divulgação do relatório do Coaf, que identificou a movimentação atípica na conta do ex-assessor do deputado estadual Flávio, filho do presidente e senador eleito.

– Dói no coração da gente? Dói. O que temos de mais firme é o combate à corrupção – disse.

Bolsonaro só falou sobre o Coaf ao final da transmissão e classificou a investigação como “um problema pela frente.” O presidente eleito, no entanto, disse que ele e o filho não são investigados. E afirmou que o ex-assessor esclareça a movimentação na próxima semana, quando for ouvido pela Justiça.

O Globo

11
dez

FÁTIMA ANUNCIA VIRGÍNIA FERREIRA PARA A ADMINISTRAÇÃO

A governadora eleita do Rio Grande do Norte, senadora Fátima Bezerra, escolheu a economista Virgínia Ferreira para a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos do seu governo. Ela destacou que a experiência e reconhecida competência técnica da futura auxiliar serão importantes para que o governo atinja as metas de controle nos gastos públicos, modernização da gestão, contenção de despesas e de valorização dos servidores.

Virgínia Ferreira agradeceu a confiança da governadora eleita e assinalou que entre os desafios da Secretaria está o de assegurar um plano de ações dentro de uma perspectiva de economicidade, sustentabilidade e de deliberar a desburocratização dos serviços públicos. “Implementaremos uma política eficiente na gestão dos recursos humanos e materiais, como também patrimoniais e tecnológicos do estado. Precisamos trabalhar com inteligência, sagacidade e determinação para que o governo possa prestar um serviço público de qualidade, valorizar e qualificar permanentemente o servidor, aproximá-los da gestão, otimizar os gastos públicos e retomar a credibilidade do Governo do Estado”, disse Virgínia Ferreira.

Perfil

Maria Virgínia Ferreira Lopes é formada em Economia pela UFRN. Especialista em Planejamento e Orçamento e na área de Projetos Econômicos e Sociais, trabalhou no Dieese, onde ocupou a função de supervisora técnica. É funcionária de carreira da administração indireta – Datanorte – do Estado do Rio Grande do Norte. Foi presidente do Conselho Regional de Economia e do Sindicato dos Economistas do RN. Secretária de Planejamento da Prefeitura de Natal de 2005 a 2008 e de 2013 a 2016, comandou também a pasta de Meio Ambiente e Urbanismo do município e atualmente ocupa o cargo de Secretária de Planejamento da Prefeitura do Natal. Foi Coordenadora do Observatório do Trabalho do Rio Grande do Norte de 2009 a 2012.

11
dez

HEMONORTE É REFERÊNCIA NACIONAL NA PRODUÇÃO DE PLAQUETAS

O Hemocentro do RN tornou-se referência nacionalmente, na produção de plaquetas pelo Sistema Reveos.  Lançado recentemente no Brasil, o Hemonorte é o primeiro Hemocentro  público que possui este sistema instalado e funcionando em rotina.  A implantação dessa nova metodologia de trabalho representa  um avanço tecnológico e garante à população do Estado hemocomponentes  de qualidade e com alto padrão de segurança.
 A eficiência do Reveos na produção de plaquetas foi tema de um trabalho apresentado, pela Bioquímica do Hemonorte, MichelleCunha, no  Congresso Brasileiro de Hematologia , Hemoterapia e Terapia Celular, que aconteceu em São Paulo, no início de novembro.
Para corroborar a eficiência do sistema, a bioquímica realizou  uma análise comparativa entre os concentrados de plaquetas desleucocitados processados através da técnica de  Aférese, Pool de Buffy Coat e pool de plaquetas  obtidas pelo sistema Reveos, produzidos  atualmente no Hemonorte.
A comparação entre as três técnicas mostrou que não houve diferença estatística em relação a contagem de plaquetas e que todas elas apresentaram contagens acima da exigido pela legislação ( >3,0 x 10¹¹/unidade). Tal dado representa que esses produtos são equivalentes ás plaquetas obtidas por 7 a 10 doadores através da metodologia tradicional.
Todas as técnicas apresentaram contagem residual de leucócitos bem menores que o valor mínimo exigido, que é de 5,0 x106 /unidade ( conceito de produto desleucocitado). Os produtos desleucocitados são importantes  porque diminuem os riscos de reações tansfusionais e transmissão de vírus presentes nos leucócitos, garantindo assim, mais segurança ao paciente.
         Além disso, observou-se que o processo de produção através do sistema Reveos se realiza em menos tempo,  usando um  número menor de equipamentos, o que otimiza o trabalho do setor de processamento. De acordo com a Michelle Cunha,  ”o sistema Reveos   integra as etapas manuais do processamento de sangue total: do início ao fim, do sangue total ao concentrado de plaquetas. Ele otimiza o tempo de operação na produção de hemocomponentes e amplia o portfólio de produtos do Hemonorte”.
O Hemonorte vem recebendo visitas técnicas de Hemocentros de outros Estados para conhecer o Sistema Reveos. Recentemente, o Hemocentro recebeu a visita  do Hemocentro do  Paraná (HEMEPAR), representado pelo Diretor Geral da Unidade, Paulo Hatschbach e  a Gerente de Produção de Hemocomponentes, Anália Machado e da responsável pelo setor de Controle da Qualidade, Vivian Bertelli. Outra visita foi do Hemocentro de Roraima ( HEMORIMA), Louice Gadelha, Chefe de Divisão de Fracionamento, Louice Gadelha.

 

11
dez

PREFEITURA DE CURRAIS NOVOS INAUGUROU PRAÇA “AMADEU VENÂNCIO” NESTA SEGUNDA-FEIRA, 10

A Prefeitura Municipal de Currais Novos entregou à população curraisnovense na tarde desta segunda-feira, 10, a Praça “Amadeu Venâncio”, mais uma importante obra construída com recursos próprios e que irá beneficiar moradores de diversos bairros. Localizada atrás do Ginásio “Geraldão”, a praça foi idealiza pela gestão municipal para servir como um novo ambiente para caminhadas, atividades físicas, diversão para crianças e jovens, eventos culturais, e como um espaço de alimentação. A estrutura da Praça também conta com uma parada de taxi.

O Prefeito Odon Jr, o Vice-Prefeito Anderson Alves, secretários municipais, Vereadores, familiares de Sr. Amadeu, e moradores próximos à nova praça, prestigiaram a solenidade.

“Parabenizo aqui o trabalho de todas as secretarias que se empenharam na execução desse projeto e a Secretaria de Infraestrutura que executou a obra”, comentou o Prefeito Odon Jr, que também agradeceu à presença da família de Sr. Amadeu, como a esposa D. Almira e filhos. O homenageado foi um importante comerciante curraisnovense que atuou em diversos ramos como armazém de alimentos, Fábrica de Sabão, Concessionária de Veículos, Posto de Combustível, e foi sócio fundador do Lions Clube, Aero Clube e do Clube Caça e Pesca. O projeto de lei que denomina a praça é de autoria da Vereadora Zefinha Moura. Alunos do SCFV Projeto “AABB Comunidade” realizaram apresentações culturais durante o evento.

GINÁSTICA

O Projeto “Qualidade de Vida” do NASF/Secretaria Municipal de Saúde irá realizar aulas de dança e ginástica na Praça “Amadeu Venâncio” de segunda à quinta-feira entre 17h30 e 18h30 com o Professor Audenício.

11
dez

DELAÇÃO JBS: PF CUMPRE NO RIO MANDADOS EM IMÓVEIS DE AÉCIO NEVES E TAMBÉM EM MG, BRASÍLIA, BAHIA E RIO GRANDE DO NORTE

Equipes da Polícia Federal e do Ministério Público cumprem, na manhã desta terça-feira (11), mandados de busca e apreensão em imóveis no Rio de Aécio Neves (PSDB) e da irmã dele, Andréa Neves.

Agentes estão em prédio de luxo na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, onde o senador e deputado federal eleito tem residência. Equipe também está em um imóvel em Copacabana, que seria de Andréa.

A procura de documentos faz parte de operação baseada em delações de Joesley Batista e Ricardo Saud. Os executivos do grupo J&F relataram repasse de propina de quase R$ 110 milhões ao senador Aécio Neves.

Outros alvos desta operação é Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força, presidente nacional do partido Solidariedade, a deputada federal Cristiane Brasil (PDT/RJ) e empresários que emitiram notas fiscais frias para Aécio.

A operação no Rio é braço de investida que ocorre em São Paulo (capital e interior), Minas Gerais, Brasília, Bahia e Rio Grande do Norte e decorre do inquérito 4519, que tem como relator no Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio.

Segundo a PF, o senador Aécio Neves comprou apoio político do Solidariedade, por R$ 15 milhões, e empresários paulistas ajudaram com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias.

G1

11
dez

SAQUES DE EX-AUXILIAR DE FLÁVIO BOLSONARO OCORRIAM APÓS DEPÓSITOS DE VALOR SIMILAR E VÁRIOS DE VALORES MENORES NO MESMO DIA

Os maiores saques feitos em 2016 pelo policial militar Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), foram precedidos, geralmente na véspera, de depósito de valores de mesmo patamar.

Essa movimentação é característica de uma conta de passagem, na qual o real destinatário do valor creditado não é o seu titular. O uso de dinheiro em espécie nas duas pontas da operação reforça esse indício.

Queiroz foi citado num relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) como tendo apresentado uma movimentação financeira atípica de R$ 1,2 milhão em 2016. O alerta se deve tanto ao volume como à forma com que as transações foram feitas. O documento, contudo, não é o suficiente para apontar algum ato ilegal.

O Ministério Público do Rio de Janeiro instaurou uma investigação criminal sigilosa com base no relatório, que cita membros do gabinete de 22 deputados estaduais –entre eles Flávio Bolsonaro.

Do total movimentado, R$ 324,8 mil se referem a saques e R$ 216,5 mil a depósitos em espécie –os demais valores são transferências identificadas, entre outras operações.

Dos 176 saques realizados pelo policial militar naquele ano, 50 foram de valores acima de R$ 2.000. Apenas um, contudo, superou os R$ 10 mil, no qual a comunicação ao Coaf é automática.

Na maioria desses casos, o saque foi precedido de um depósito em espécie de valor em patamar semelhante. Nenhum, contudo, acima dos R$ 10 mil.

Nos dias 16 e 17 de fevereiro, por exemplo, Queiroz fez três saques de R$ 5.000 cada um, totalizando R$ 15 mil. O movimento foi acompanhado de cinco depósitos em espécie feitos em sua conta entre os dias 15 e 17 de fevereiro, que somam R$ 15,3 mil.

Movimento sincronizado também ocorreu em junho, quando nos dias 14 e 15 ele fez dois saques de R$ 5.000, tendo recebido no mesmo período em depósito de dinheiro vivo R$ 13,2 mil.

A ocorrência desses saques maiores mantém como padrão o fato de ocorrerem poucos dias após depósito em espécie de patamar semelhante. Em 35 dos 50 casos de retiradas acima de R$ 2.000, depósito acima do mesmo valor ocorreu até um dia antes –algumas vezes, no mesmo dia. Ampliando o intervalo entre o depósito e o saque para três dias, a sincronia se repete em 40 dos 50 maiores saques de Queiroz.

A correlação entre depósitos em dinheiro vivo e saque imediato também fica evidenciado em dezembro, quando o total sacado aumenta muito, assim como a entrada de dinheiro vivo.

No último mês do ano, por 12 vezes ele fez retiradas de dinheiro vivo acima de R$ 2.000, num total de R$ 58 mil. O volume de entrada também cresce e alcança R$ 41,6 mil distribuído em oito depósitos em espécie.

Procuradores, policiais federais e auditores fiscais afirmam que o uso de dinheiro vivo em transações bancárias costuma ter como objetivo ocultar o destinatário ou remetente dos recursos. A prática dificulta a identificação dos responsáveis pelas transações.

Uma das hipóteses já levantadas é de que o policial militar fosse o responsável por recolher uma parcela dos salários de assessores do gabinete de Flávio Bolsonaro –sete aparecem no relatório transferindo recursos a Queiroz.

Essa é uma prática comum no Legislativo, embora ilegal. Os recursos arrecadados podem tanto servir para campanhas políticas como para entrega ao titular do gabinete, entre outras possibilidades.

Não há até o momento, contudo, qualquer indício sobre o destino do dinheiro sacado por Queiroz. O relatório do Queiroz não foi localizado para comentar as informações do relatório. Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-assessor lhe deu explicações plausíveis que deverão ser dadas ao Ministério Público Federal quando convocado.

FOLHAPRESS

11
dez

DELATORES DA OPERAÇÃO LAVA JATO DEIXAM DE PAGAR R$ 422 MI EM MULTAS

Delatores da Operação Lava Jato que tiveram acordos homologados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) atrasaram o pagamento de um terço do valor das multas. De R$ 1,3 bilhão de multas previstas nos acordos, R$ 422,9 milhões já venceram e não foram pagas. Há ainda R$ 277,6 milhões a serem quitados, mas que estão dentro do prazo de vencimento.

Quem fecha um acordo de delação tem o compromisso de relatar o que conhece de esquemas criminosos, bem como apresentar provas ou indicar outros testemunhos que possam corroborar suas afirmações. Isso não o livra de punição, que pode ser prisão ou pagamento de multa – ou os dois juntos. O valor dessa multa é calculado com base nos crimes assumidos pelos delatores.

No total, a Procuradoria-Geral da República fechou acordo com 170 delatores no âmbito da Lava Jato, mas a instituição não informou até a conclusão desta edição o total de inadimplentes, nem quais providências estão em estudo para esses casos. Em tese, a PGR pode pedir bloqueio ou sequestro de bens, a regressão de regime e até mesmo cassar benefício dos delatores inadimplentes.

Os valores não pagos foram extraídos de uma ferramenta desenvolvida pelo grupo de trabalho da Lava Jato na PGR, com o objetivo de acompanhar o cumprimento dos acordos de colaboração. O sistema, oficializado pela instituição nesta segunda-feira, 10, reúne dados como as penas privativas de liberdade ajustadas no acordo, a situação de cada delator e informações processuais e patrimoniais relativas ao pagamento das obrigações previstas nos acordos.

Desde março de 2014, início da Lava Jato, os delatores já pagaram R$ 684,7 milhões em multas, além de R$ 163,6 milhões a título de “perdimento de bens e valores”, como confisco de veículos e imóveis. Deste total, no entanto, apenas R$ 280,7 milhões foram efetivamente devolvidos aos cofres públicos. O restante ainda aguarda medida administrativa para ser encaminhado aos órgãos públicos de onde o recurso foi desviado.

“A punição consiste em reparar o dano. Na minha gestão, tenho exigido bastante clareza. Não é mérito nenhum de ele (colaborador) entregar, é dever. Reparar o dano é dever. A clareza em relação a isso é importante para dar noção de nossa eficiência”, disse a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Presente na apresentação do novo sistema, o ministro da Transparência e Controladoria-Geral da República, Wagner do Rosário, afirmou que as perspectivas de continuidade do combate à corrupção no País “são muito boas”.

“Estamos aqui para absorver conhecimentos e tentar criar mecanismos que evitem que isso aconteça novamente. Mais que do que punir, é (importante) evitar que isso aconteça novamente, porque sabemos da dificuldade que é recuperar os recursos”, afirmou ele, que vai seguir à frente da pasta no governo Jair Bolsonaro.

ESTADÃO CONTEÚDO

10
dez

ONYX:”HÁ UM CERTO ESTARDALHAÇO” SOBRE EX-ASSESSOR DE FLÁVIO BOLSONARO

O ministro da Transição e futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), disse que “há muito estardalhaço” sobre caso do ex-assessor do deputado estadual do Rio, senador eleito e filho do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), Flávio Bolsonaro (PSL). A declaração foi dada durante entrevista ao programa Canal Livre, da Band, exibida na madrugada desta segunda-feira, 10.

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou movimentação financeira atípica do ex-assessor Fabrício José Carlos de Queiroz, de R$ 1,2 milhão, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Além disso, há um repasse de R$ 24 mil para a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Onyx afirmou que essa questão terá de ser “desdobrada na investigação”, mas “acredita que há uma tentativa de desgastar a imagem do presidente eleito”, semelhante, segundo ele, à realizada durante a campanha eleitoral.

“O presidente jamais vai se furtar de enfrentar qualquer situação. Ele já viveu e nós já testemunhamos um processo de destruição da sua imagem. E o resultado a gente viu, 57 milhões de brasileiros veem nele a esperança do Brasil.”

O ministro ainda aludiu ao pedido de “trégua” que fez à imprensa na sexta-feira, 7, para que o novo governo possa “começar a trabalhar”. “A gente sabe que nós vamos errar. Aí quando errar, nós vamos corrigir. Deixa pelo menos começar a trabalhar.”

NOTÍCIAS AO MINUTO

10
dez

FAMÍLIA BOLSONARO ACUMULOU NA POLÍTICA PATRIMÔNIO DE R$ 6 MILHÕES. VALOR DE MARCADO DOS IMOVEIS BATEM NA CASA DOS R$ 15 MILHÕES

O presidente eleito Jair Bolsonaro e seus três filhos com cargos públicos _ Carlos, vereador no Rio de Janeiro; Eduardo, deputado federal por São Paulo; e Flávio, deputado estadual e senador eleito pelo Rio _ acumulam patrimônio declarado de R$ 6,1 milhões. Todos apresentam curvas de bens em ascensão e vivem quase exclusivamente de seus salários, exceto porque um deles (Flávio) é também sócio de uma loja de chocolates.

Jair Bolsonaro acumulou R$ 2,3 milhões em bens, de acordo com sua declaração ao TSE. Eduardo declarou neste ano bens no valor R$ 1,4 milhão, aumento de 432% em relação ao pleito de 2014. Flávio informou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 1, 7 milhão; e Carlos, R$ 700 mil. Em 2016, Carlos informava manter em casa, em dinheiro vivo, R$ 20 mil, conforme iseu registro de candidato.

A família Bolsonaro é dona de 13 imóveis com preço de mercado de pelo menos R$ 15 milhões, em bairros do Rio Copacabana, Barra da Tijuca e Urca, a maioria em pontos valorizados do Rio de Janeiro, como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca.

Eduardo foi aquele que apresentou maior evolução patrimonial, com crescimento de 432% entre 2014 e 2018. Ha? quatro anos, Eduardo Bolsonaro havia declarado ser dono de apenas dois bens: um apartamento (R$ 160 mil) e um vei?culo (R$ 45 mil). Agora, o patrimo?nio do parlamentar ainda inclui depo?sitos banca?rios, aplicac?o?es financeiras e um apartamento de mais R$ 1 milha?o.

O deputado estadual Fla?vio Bolsonaro (PSL-RJ), quando eleito pela primeira vez em 2010 para a cadeira que ocupa na Assembleia Legislativa fluminense, apresentou a? Justic?a Eleitoral um patrimo?nio de R$ 691 mil, o equivalente a R$ 1,1 milha?o em valores de hoje. Este ano, o candidato ao Senado apresentou patrimo?nio de R$ 1,7 milha?o.

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda, apontou movimentações bancárias na conta de Fabrício Queiroz _ex-assessor de Flávio Bolsonaro_, consideradas suspeitas, de mais de R$ 1,23 milhão, entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017. Na movimentação, detectou-se depósito de R$ 24 ml em cheque para Michele Bolsonaro.

O presidente eleito disse que os depósitos realizados na conta da mulher dele se referem ao pagamento uma dívida de Queiroz com o próprio Bolsonaro. Fabrício Queiroz foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia do Rio em 15 de outubro deste ano.

O relatório do Coaf faz parte da investigação que prendeu dez deputados estaduais no Rio, no mês passado, e traz informações sobre 75 servidores da Assembleia do Rio que apresentaram movimentação financeira suspeita, entre os quais o ex-assessor de Flávio Bolsonaro. De acordo com o relatório, Fabrício Queiroz era motorista e ganhava R$ 23 mil mensais.

Sobre a movimentação de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz, Bolsonaro disse que se surpreendeu e que cortou contato com o amigo até que ele se explique para o Ministério Público.

ÉPOCA

10
dez

É GUERRA: ALIADOS DE RENAN CALHEIROS AMEAÇAM LEVAR FLÁVIO BOLSONARO A CONSELHO DE ÉTICA

As movimentações atípicas identificadas pelo Coaf na conta do ex-assessor de Flávio Bolsonaro farão com que o filho do presidente eleito assuma o mandato no Senado, em fevereiro, com menos poder do que se esperava. Flávio tem participado das articulações em torno da definição do novo presidente do Congresso e se posicionou contra o nome de Renan Calheiros (MDB-AL). O episódio, dizem aliados do alagoano, inverteu o jogo. Em reservado, mandaram recado para Flávio. Se mantiver o discurso, pode chegar e seguir direto para o Conselho de Ética.

Relatório do Coaf revelado pelo Estado mostrou movimentação atípica na conta de Fabrício Queiroz, quando ele era motorista de Flávio Bolsonaro na Assembleia do Rio, e um repasse de R$ 24 mil para a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Senadores já têm o roteiro para enquadrar Flávio Bolsonaro: ele tinha mandato de deputado estadual à época dos fatos. Portanto, pode ser alvo do Conselho de Ética. E, mesmo que o caso não avance, avaliam, o susto será um bom recado.

COLUNA do ESTADÃO

10
dez

BOLSONARO E MOURÃO SERÃO DIPLOMADOS NESTA SEGUNDA-FEIRA (10) PELO TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou cerca de 700 convites para a cerimônia de diplomação do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e de seu vice Hamilton Mourão, nesta segunda-feira (10), a partir das 16h.

Os diplomas são assinados pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber, que abre a sessão solene e indica dois ministros para conduzirem os eleitos ao plenário.

Segundo a programação elaborada pelo tribunal, na cerimônia, vão discursar o presidente eleito e a ministra Rosa Weber. Os convidados poderão acompanhar o evento no plenário e em dois auditórios do tribunal, onde serão instalados de telões para transmissão ao vivo da cerimônia. A diplomação também será transmitida pela TV Justiça e pelo portal do TSE.

A diplomação é uma etapa essencial para a pose dos candidatos eleitos e ocorre após a aprovação da prestação de contas da campanha pela Justiça Eleitoral. A movimentação financeira da campanha de Bolsonaro foi aprovada, com ressalvas, no último dia 4 de dezembro. Segundo o TSE, a diplomação confirma que o político escolhido pelos eleitores cumpriu todas as formalidades previstas na legislação eleitoral e está apto a exercer o mandato.

Histórico

Esta será a décima primeira diplomação conduzida pelo TSE. Conforme o tribunal, a cerimônia é realizada desde 1951, quando Getúlio Vargas retornou à Presidência da República por meio do voto popular, mas foi suspensa durante o regime militar (1964 a 1985).

Porém o primeiro diploma expedido pela Justiça Eleitoral, nos moldes atuais, foi em 1946, para Eurico Gaspar Dutra. Nos registros do TSE não consta ter havido solenidade de entrega dos diplomas ao presidente eleito naquele ano. Após o processo de redemocratização do país, Fernando Collor foi o primeiro a ser diplomado pelo TSE.

O documento é confeccionado e emitido pela Justiça Eleitoral, com código de autenticidade gerado pelo sistema de candidaturas. Devem constar no diploma o nome do candidato, o partido ou a coligação pela qual concorreu e o cargo para o qual foi eleito ou a sua condição de suplente.

De acordo com o calendário eleitoral de 2018, o prazo para diplomação vai até o dia 19 de dezembro. A responsabilidade de diplomar os eleitos para os demais cargos – governadores dos 26 estados e do Distrito Federal, senadores, deputados federais, estaduais e distritais – é dos tribunais regionais eleitorais de cada unidade da Federação.

Agência Brasil

10
dez

NELTER QUEIROZ VISITA OBRAS DA NOVA RN-118 ENTRE CAICÓ E JUCURUTU

O deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) visitou nesta sexta-feira (7) as obras de recuperação estrutural, drenagem, sinalização e melhorias dos 50km da rodovia RN-118, entre Caicó e Jucurutu. A obra que está sendo executada pelo Departamento de Estradas de Rodagens do Rio Grande do Norte (DER/RN) foi viabilizada através da luta do parlamentar junto ao Governo do Estado e terá um custo final de aproximadamente R$ 28,5 milhões, recursos oriundos do Grupo Banco Mundial.

“Uma luta nossa que graças a Deus estamos visitando. Quase 70% da nova estrada Jucurutu-Caicó está pronta. Só tenho que agradecer a Deus, ao governador Robinson Faria, ao secretário Vagner Araújo, ao diretor do DER general Fraxe, aos trabalhadores, e ao Banco Mundial. Uma luta enorme, tecnicamente e politicamente, que será concluída nos próximos meses”, destacou Queiroz.

Durante a visita, o deputado também conversou com trabalhadores, além de moradores e populares que transitavam na localidade. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=9jsHvwcLUsg.

7
dez

ATUAÇÃO INTENSA DOS FILHOS DE BOLSONARO PREOCUPA EQUIPE DO PRESIDENTE ELEITO

A atuação intensa dos filhos de Jair Bolsonaro preocupa integrantes da equipe do presidente eleito. O vereador Carlos Bolsonaro, do Rio, é o que mais causa apreensão, desde a campanha eleitoral.

DE LONGE

O parlamentar é considerado o mais tempestuoso dos três filhos de Bolsonaro que seguiram carreira política. E o mais propenso a gerar crises, ainda que permaneça distante do núcleo do futuro governo.

DE PERTO

Carlos Bolsonaro já se desentendeu com o futuro secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebianno, e acaba de comprar briga com um dos parlamentares eleitos mais próximos do futuro presidente, Julian Lemos (PSL-PB).

SAI FORA!

No entrevero, o vereador pediu que Lemos pare de “aparecer atrás” do presidente eleito, “por algum motivo como faz sempre”.

SOLDADO

Julian Lemos diz que não quer comentar os ataques. E afirmou: “Fui forjado acompanhando, por quatro anos, a vida política de Bolsonaro, vendo seu exemplo e ouvindo seus conselhos. Sou soldado de primeira hora. Respeito a família, mas só sigo as orientações do presidente. Ele me lidera e só aceito o seu comando”.

CUIDADO, PAI

Numa postagem recente no Twitter, Carlos Bolsonaro chegou a declarar que a morte de Bolsonaro interessa a pessoas próximas.

FREIO

Já o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro fala demais, na opinião de auxiliares do presidente. É dele a declaração de que bastariam um soldado e um cabo para fechar o STF (Supremo Tribunal Federal), o que gerou uma crise com a corte.

DOCE

O filho mais velho, Flávio Bolsonaro, que foi eleito senador pelo Rio, é considerado o mais maduro, ponderado e amistoso dos três. É definido como “um amor de pessoa” por um político do círculo íntimo do presidente eleito.

DESTAQUE

Na quinta (6), no entanto, ele foi envolvido na notícia de que um ex-assessor movimentou R$ 1,2 milhão, de forma atípica. E virou um dos assuntos mais comentados do Twitter.

Mônica Bergamo

Page 1 of 703