Geraldo Jr

15
out

PESQUISA CERTUS/FIERN ESTIMULADA GOVERNO: FÁTIMA TEM 44,61% E CARLOS EDUARDO TEM 38,58%

A Fiern publicou no início da manhã desta segunda-feira a 1º pesquisa de intenção realizada para o 2º turno para as eleições do RN.

A pesquisa foi realizada pelo instituto CERTUS e foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR – 00385/2018 e RN – 02146/2018. Ela foi realizada de 10 a 13 de outubro, com 1410 entrevistas, 7 regiões do RN, margem de erro 3%

GOVERNO DO RN – Se a eleição fosse hoje no cenário ESTIMULADO para governador: Fátima Bezerra 44,61% Carlos Eduardo 38,58% Nenhum 9,72% Não sabe 6,88% Não respondeu 0,21%.

BG

15
out

JÁ VIU SE SUA RESTITUIÇÃO DO IR 2018 FOI LIBERADA? 5º LOTE É PAGO

A Receita Federal paga nesta segunda-feira (15) o quinto lote de restituições do Imposto de Renda 2018. Também estão no lote restituições de 2008 a 2017 que haviam caído na malha fina e foram regularizadas.

As restituições de 2.532.716 contribuintes, que totalizam R$ 3,3 bilhões, serão depositadas na conta bancária indicada pelo contribuinte ao fazer a declaração.

O valor é corrigido pela Selic (taxa básica de juros), mas, após cair na conta, não recebe nenhuma atualização. A correção pela Selic vai de 3,62% (correspondente a 2018) a 105,74% (correspondente a 2008.

15
out

MORO HOMOLOGA DELAÇÃO DE EX-EXECUTIVO DA MENDES JÚNIOR

O juiz federal Sérgio Moro homologou a delação premiada de Rogério Cunha de Oliveira, ex-executivo da Mendes Júnior condenado a 25 anos, 8 meses e 20 dias na Operação Lava Jato. Segundo os termos do acordo, ele ficará um ano seis e meses em regime fechado. Cunha iniciou em agosto o cumprimento de sua pena, que chegou a ser reduzida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A Corte levou em consideração a confissão de crimes pelo executivo.

A multa do acordo foi inicialmente prevista em R$ 3,2 milhões, mas foi aumentada para R$ 4,3 milhões em meio às negociações após o ex-executivo reconhecer voluntariamente que havia omitido pagamento de R$ 700 mil a um ‘conhecido operador financeiro’.

O acordo prevê que, após um ano e seis meses em regime fechado, Cunha fique dois anos e meio em domiciliar, com tornozeleira, passe quatro anos em semi aberto e cinco anos em aberto.

No dia 3 de novembro de 2015, o juiz federal Sérgio Moro condenou o ex-executivo a 17 anos e quatro meses de prisão. O processo envolvia o pagamento de R$ 31,4 milhões à diretoria de Abastecimento da Petrobrás. De acordo com a sentença, apenas um dos crimes de corrupção envolveu pagamento de R$ 9 milhões.

Em agosto de 2017, a pena de Cunha passou para 26 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão, em julgamento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A Corte, em outubro, acabou diminuindo para 25 anos e 8 meses por reconhecer que ele confessou crimes.

Sem sucesso, executivos da Mendes Júnior têm negociado delação premiada. A defesa da empreiteira tem afirmado que está disponível para colaborar com as autoridades e aguarda ser chamada pela Justiça.

Anexos. Dois termos de delação de Rogério da Cunha foram anexados à ação penal em que é réu desde março de 2018. Ele é acusado, ao lado de executivos da Odebrecht, de pagar propinas para o ex-gerente da Petrobrás Simão Tuma.

Segundo a acusação, além de ter repassado informações sigilosas aos agentes corruptores durante a fase licitatória, Tuma atuou de forma decisiva para que a Petrobrás dispensasse nova licitação e efetuasse a contratação direta do consórcio Pipe Rack no montante inicial de R$ 1.869.624.800,00. O valor das propinas foi ajustado em 1% do valor do contrato, isto é, cerca de R$ 18 milhões.

Em seu depoimento, Rogério admite que a Mendes Júnior fez os pagamentos ‘simulados’ de propinas por meio do operador Rodrigo Tacla Duran. O ex-executivo entregou à força-tarefa contratos entre o advogado e a empreiteira.

Um dos contratos com o escritório de Duran prevê assessoria de serviços advocatícios para reivindicações junto à Petrobrás.

“Este escritório providenciava contrato fictício de prestação de serviços e nota para que a Mendes pudesse justificar pagamento ao Tacla Duran que, por sua vez, repassava os valores para pessoas indicadas pela Mendes Júnior”, afirma, em delação.

Ele afirma que a Mendes Júnior foi apresentada ao advogado por executivos da Odebrecht que também se utilizavam de seus serviços para operar propinas. Nesta ação, Duran é justamente acusado por viabilizar pagamentos da empreiteira ao ex-gerente da Petrobrás por meio de contratos simulados.

Estadão Conteúdo

15
out

PESQUISA CERTUS/FIERN ESTIMULADA PRESIDENTE: FERNANDO HADDAD TEM 45,46% E JAIR BOLSONARO 34,54%

A Fiern publicou no início da manhã desta segunda-feira a 1º pesquisa de intenção realizada para o 2º turno para as eleições do RN.

A pesquisa foi realizada pelo instituto CERTUS e foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR – 00385/2018 e RN – 02146/2018. Ela foi realizada de 10 a 13 de outubro, com 1410 entrevistas, 7 regiões do RN, margem de erro 3%

PRESIDÊNCIA–Se a eleição fosse hoje no cenário ESTIMULADO: Fernando Haddad 45,46% Bolsonaro 34,54%% Nenhum 11,42% Não sabe 8,37% Não respondeu 0,21%.

BG

15
out

GRUPO DO DEPUTADO EZEQUIEL FERREIRA DEFINIRÁ PALANQUE DE SEGUNDO TURNO NESTA SEMANA

Presidente do PSDB, o deputado estadual Ezequiel Ferreira de Souza, mais votado nas eleições de 7 de outubro, está conversando com aliados antes de se definir sobre o palanque do segundo turno.

Com Ezequiel, seguirá também alguns deputados estaduais, prefeitos, lideranças do interior.

Também no grupo, o deputado federal mais votado, Benes Leocádio (PTC).

O anúncio será feito nesta semana que está começando.

Thaisa Galvão

11
out

PREFEITO ODON JR VISITA OBRA DE CONSTRUÇÃO DA PASSAGEM MOLHADA DO BAIRRO ALTO DE SANTA RITA

O bairro “Alto de Santa Rita” em Currais Novos está recebendo uma importante obra de mobilidade para os moradores e motoristas que trafegam na localidade, a construção de uma “Passagem Molhada”, que está sendo realizada pela Prefeitura Municipal com recursos próprios e foi uma das reivindicações apresentadas pelos moradores nas discussões do “Orçamento Participativo” do ano passado. O Prefeito Odon Jr esteve no bairro na manhã desta quinta-feira (11) e acompanhou os serviços realizados pela equipe da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos – SEMOSU.

“Muito importante esta passagem molhada para a comunidade do Alto de Santa Rita, obra esta que era reivindicada há alguns anos e que está sendo construída com recursos próprios do município”, comentou o Prefeito, ressaltando que mesmo num período crítico nas finanças do município, do Estado e do País, a Prefeitura de Currais Novos tem realizado algumas obras importantes, como a construção de praças, canteiros, e revitalização de diversos espaços públicos.

11
out

OPORTUNIDADE DE FICAR RICO: MEGA-SENA ACUMULA E PRÊMIO VAI A R$ 27 MILHÕES

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.086 da Mega-Sena, realizado nessa quarta-feira (10) em Joaçaba (SC). As dezenas sorteadas foram 04 – 35 – 43 – 46 – 47 – 53.

A quina teve 33 apostas ganhadoras, com prêmio de R$ 68.459,21 cada. A quadra teve 4.355 apostas contempladas, cada uma irá receber R$ 741,07.

O próximo concurso será no sábado (13), com prêmio estimado em R$ 27 milhões.

11
out

ELEITORES DE CIRO MIGRAM PARA HADDAD E OS DE ALCKMIN PARA BOLSONARO

Pesquisa Datafolha mostra que a maioria dos eleitores de Ciro Gomes (PDT) votarão em Fernando Haddad (PT) no segundo turno, enquanto mais da metade dos que votaram em Geraldo Alckmin (PSDB) migram para Jair Bolsonaro (PSL).

O levantamento foi feito nesta quarta-feira (10), com 3.235 entrevistas presenciais em 227 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

O recorte, que leva em consideração apenas os votos válidos, mostra que 75% dos eleitores de Ciro preferem Haddad no segundo turno, contra 25% que optam por Bolsonaro.

Entre os eleitores de Alckmin, 58% votarão em Bolsonaro e 42%, em Haddad.

No caso de João Amoêdo (NOVO), a maioria (73%) prefere Bolsonaro, contra 27% que opta pelo petista no segundo turno. Já os eleitores de Marina Silva (REDE) são majoritariamente favoráveis a Haddad -67% escolhem o petista e 33%, o militar.

A pesquisa mostra que, no quadro geral, Bolsonaro tem 16 pontos percentuais de vantagem sobre Haddad. O militar tem 58% das preferências de voto, contra 42% de Haddad.

No primeiro turno, Bolsonaro teve 46,03% dos votos e Haddad, 29,28%. Isso mostra que ambos tiveram subidas parecidas –o militar 12 pontos percentuais e Haddad 12,7.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00214/2018. O nível de confiança é de 95%. Com informações da Folhapress.

Notícias ao Minuto

11
out

PT PERDE 15 MI DE ELEITORES, MAS SEGUE COMO O PARTIDO MAIS VOTADO

Embora tenha visto seu eleitorado encolher 14,5%, o PT foi o partido que mais recebeu votos nesta eleição, considerando todos os cargos disputados no Executivo e no Legislativo.

PSL, partido de Jair Bolsonaro, teve crescimento de 3.785% e, sem estar antes entre os 15 primeiros partidos, chegou neste ano à segunda posição. O PSDB, líder de votos em 2014, sofreu redução de 52% e caiu para terceiro.

Considerando deputados, senadores, governadores e candidatos a presidente, o PSL foi escolhido 2,3 milhões de vezes em 2014. No domingo (7), esse número saltou para 90,1 milhões.

Antes no PSC, o capitão reformado se filiou ao PSL em março deste ano para se candidatar à Presidência.

Com o resultado das urnas, o atual partido de Bolsonaro terá a segunda maior bancada da Câmara a partir de 2019, ocupando 52 das 513 vagas, além de quatro senadores. Em 2014, o PSL elegera apenas um deputado federal e nenhum senador.

O partido de Bolsonaro só perdeu nas urnas para o PT, que foi votado 91 milhões de vezes. Porém, sucessivas denúncias e condenações erodiram o capital do partido de Fernando Haddad.

Na Câmara, a bancada do PT diminuiu de 69 para 56 deputados. No Senado, o número de petistas eleitos aumentou de dois para quatro.

Maior foi a derrocada da legenda mais escolhida em 2014 —o PSDB—, que viu seus 107,2 milhões de votos caírem a 50,9 milhões.

Por outro lado, o PDT de Ciro Gomes, visto como alternativa para a polarização PT x Bolsonaro, passou de 13,5 milhões para 31,8 milhões. Já o PSOL, alternativa no campo da esquerda, viu seus 7,9 milhões de votos saltarem para 13,3 milhões, apesar da votação menor do presidenciável Guilherme Boulos (0,6% contra os 1,6% de Luciana Genro em 2014).

ESTADÃO CONTEÚDO

10
out

QUEM GANHOU E QUEM PERDEU NA ELEIÇÃO DESTE ANO EM CURRAIS NOVOS

GANHOU…

Anderson Alves – O vice-prefeito de Odon Jr sai do pleito mais fortalecido com os mais de 5 mil votos obtidos de forma espontânea e se credencia para ser peça fundamental nas próximas discursões políticas daqui pra frente no município.

A juventude e o destemor de enfrentar o julgamento popular fez de Anderson Alves uma jovem promessa que em futuros bem próximo deverá se consolidar, isso se souber com muita perspicácia conduzir todos os desdobramentos que virão pela frente.

Apoiadores do Genaral Girão – O general obteve expressiva votação no município, praticamente empatado com José Agripino, isso mostra que o novo prevaleceu sobre o velho.

Solange – A agente de saúde provou que é boa de urna e conseguiu grande votação para deputado estadual, mesmo contando com uma estrutura mínima de campanha e sem apoios de nenhuma liderança do município. Nas próximas eleições o PSOL já tem credenciamentos para conseguir uma cadeira na Câmara Municipal.

Odon Jr. – Mesmo apoiando um candidato desconhecido de todo mundo na cidade, o que pra mim foi um erro, o prefeito mostrou força e determinação dando uma votação de mais de 2 mil votos a Caramuru Paiva e também mais de 2 mil votos a Francisco do PT. Isso mostra que a administração tá no caminho certo e que a população sabe reconhecer o trabalho desenvolvido no município.

Ezequiel Ferreira – O deputado presidente da Assembleia Legislativa do RN mostrou poderio e conseguiu a sua maior votação do estado. Só lembrando que na eleição passada Ezequiel teve votação maiores que em Currais Novos em várias cidade do estado, este ano o trabalho da equipe surtiu efeito fazende dele o campeão de votos no município.

Rafael Mota – Os apoiadores do filho de Ricardo Mota, antes tido como apenas coadjuvante, conseguiram dá boa votação a ele o que lhe fez o quinto mais vtado no município. A votação de Rafael Mota no estado acabou beneficiando Fábio Faria que só conseguiu a vaga devido ao coeficiente eleitoral.

PERDEU…

José Agripino – Político de longas datas, sempre acompanhado de votações expressivas, José Agripino que em Currais Novos teve apoio de todo o grupo político de Geraldo Gomes, viu sua votação mingua e para piorar a situação deixando ele fora das oitos vagas na Câmara Federal em 2019. Com pouco mais de mil votos, diante de todo o poderia político e econômico, Já Já foi soterrado politicamente, isso mostra a indignação da população com a política tradicional do nosso estado. Agripino pela primeira vez ficará sem um mandato política depois de mais de 40 anos.

Carlson Gomes – Uma de confiança do agripinismo e secretário de Carlos Eduardo viu seu poderia de votos se diluir ao longo do tempo e não conseguiu emplacar boa votação a nenhum de seus candidatos. Agripino e Carlos Eduardo foram engolidos pelos candidatos do PT e que defendiam a bandeira de Jair Bolsonaro.

Zé Lins – A grande perda nesta eleição, o ex-prefeito Zé Lins amargou, poderíamos dizer assim, a maior derrota do pleito no município. Mesmo sendo dono de um carisma impressionante, mas apoiando um candidato que não tem origens no Seridó, Zé Lins não teve participação tão ativa no pleito como de outras vezes e desta vez viu seus candidatos amargarem pequenas votações. Zé precisa se reerguer e começar do zero para poder voltar a dá as cartas no município como foi em tempos não tão distantes.

Garibaldi Filho – Conhecido como o senador de 1 milhão de votos, Gari viu todo este potencial ir por terra nas eleições deste ano, perdeu até para Geraldo Melo ficando na quarta colocação no quadro final da eleição e de sobra perdendo a vaga e consequentemente ficando sem mandado, coisa que não acontecia deste 19970 quando ingressara na vida pública.

Governador Robinson Faria – Mesmo com os muitos cargos comissionados distribuídos a seus apadrinhados no município, contanto com a apoio do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira e várias outras lideranças políticas da cidade, Robinson amargou o maior vexame político no município obtendo pouco mais de 700 votos, uma vergonha para quem está no governo e tem o poder da caneta na mão. Acredito que foi o pior desempenho de um governante na cidade, pelo ao menos eu não lembro de outro que tenha batido esta marca. Robinson vai sair do governo do tamanho de sua gestão.

Estas são apenas algumas análises feita por mim, nada científico, mas olhando para os resultados das urnas em Currais Novos, poderá, inclusive, serem contestadas por muitos, faz parte do jogo democrático, não vou discordar de ninguém, não sou de entrar em polêmicas. Alguns outros candidatos foram melhores ou piores, mas levei em consideração os apoios e a circunstância da cada uma candidatura. O futuro a Deus pertence e poderá ter tantos outros desdobramentos que aqui não foram relatados, normal para um ambiente em constante mutação como é o ambiente da política no nosso estado.

10
out

QUADRILHÃO MDB: PROCURADORIA PEDE QUE TCU BLOQUEIE R$ 6 BI DE TEMER, HENRIQUE ALVES, GEDDEL, CUNHA, MOREIRA, PADILHA E LOURES

Os procuradores da força-tarefa Greenfield, do Ministério Público Federal no Distrito Federal, solicitaram ao Tribunal de Contas da União (TCU) a instauração de processo de fiscalização e o bloqueio de cerca de R$ 6 bilhões de pessoas físicas e jurídicas investigadas nas operações Sépsis, Cui Bono? e Patmos.  Entre os alvos das operações citadas pelo MPF estão os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Segundo o MPF, o bloqueio de bens também deve mirar o MDB, partido dos principais investigados nas operações.

“No caso específico, em que há a demonstração cabal de direcionamento de parte dos recursos a campanhas políticas (de 2010 a 2014, inclusive) de membros de renome nacional do PMDB (aqui se destacam as campanhas presidenciais), a constrição patrimonial e financeira deve atingir o maior beneficiário das demandas e dos recebimentos ilícitos aqui descritos, qual seja, o antigo PMDB, atual MDB”, afirmam os procuradores no ofício que será encaminhado ao TCU.

A abertura de tomada de conta e bloqueio de bens por parte do TCU, segundo o MPF, tem como objetivo mensurar os prejuízos à União causados pelos crimes praticados dos integrantes do MDB da Câmara dos Deputados na Petrobras, Furnas, Ministério da Integração Nacional, Caixa, Secretaria de Aviação Civil, Ministério da Agricultura e Câmara dos Deputados.

De acordo com o MPF, “resta claro que inúmeras pessoas, físicas e jurídicas, foram beneficiadas com o esquema ilícito de pagamento e arrecadação de propina, que tem, indubitavelmente, como causa e consequência simultâneas, a manutenção do poder político pelo mesmo grupo criminoso, deturpando a lógica do sistema democrático”.

No entendimento dos procuradores, o valor do bloqueio em cerca de R$ 6 bi está lastreado na multiplicação por 10 do valor da propina recebida pelos investigados. Esse valor, segundo o MPF,  foi de R$ 587.1 milhões. O bloqueio de bens, segundo o MPF, deve incidir sobre os responsáveis (não colaboradores) cujas irregularidades geraram prejuízo ao erário e, de forma solidária, nas pessoas jurídicas não colaboradoras beneficiadas com os delitos.

Em ofício, a força-tarefa ainda pede ainda ‘para que o Tribunal de Contas da União atente para a existência (pública e notória) de ações penais apresentadas pelo Ministério Público Federal nas quais se denuncia a existência de organizações criminosas’ envolvendo agremiados do MDB do Senado, do Partido Progressista (PP) e do Partido dos Trabalhadores (PT).

Estão denunciados à Justiça pelo ‘quadrilhão do MDB’ na Câmara o presidente Michel Temer e de seus aliados Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Loures, José Yunes, Coronel Lima, Eliseu Padilha e Moreira Franco.

A denúncia contra emedebistas havia sido apresentada pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em setembro de 2017, contra Temer e seus principais aliados. Após a Câmara barrar a abertura de uma ação penal contra o presidente, o caso foi desmembrado e a investigação envolvendo pessoas sem foro privilegiado foi encaminhada para a 10.ª Vara Federal em Brasília e para a 12ª Vara.

Em ofício ao TCU, o Ministério Público Federal também detalha que há denúncias oferecidas contra ex-vices da Caixa Econômica Federal, ex-diretores da Petrobrás e outros agentes públicos apontados como integrantes de uma suposta organização criminosa ligada ao MDB.

A reportagem procurou as defesas de Vieira Lima, Henrique Alves e o MDB, mas até a publicação da reportagem não havia recebido respostas.

COM A PALAVRA, TEMER, MOREIRA E PADILHA

O Planalto não vai comentar.

COM A PALAVRA, O ADVOGADO DELIO LINS E SILVA JR, QUE DEFENDE EDUARDO CUNHA

“A pretensão de bloqueio de bens é absurda, pois se baseia em fatos que ainda estão em início de apuração no âmbito criminal, configurando mais um ato de perseguição do Ministério Público em relação a Eduardo Cunha”.

COM A PALAVRA, O ADVOGADO MARCELO LEAL, QUE DEFENDE HENRIQUE ALVES

A defesa de Henrique Eduardo Alves reitera sua inocência e tem certeza que ele será absolvido das acusações de corrupção como, aliás, já o foi na ação penal decorrente da Operação Sépsis que trata de assuntos correlatos.

Estadão Conteudo

10
out

GENERAL MOURÃO: ‘NÃO SOU VICE ANENCÉFALO’

Após ser desautorizado em rede nacional por Jair Bolsonaro, o vice do candidato do PSL, general Hamilton Mourão admitiu que o presidente é Bolsonaro, mas que isso não quer dizer que, caso a chapa vença a eleição presidencial, que ele será um “vice anencéfalo”. “Falei para ele proceder com sua visão. Tenho minhas críticas. Agora, o presidente, como ele disse, é ele. Só não sou um vice anencéfalo. Tenho minhas opiniões”, disse Mourão para a jornalista Andréia Sadi, da GloboNews.

Na segunda-feira, Bolsonaro disse ao Jornal Nacional que não irá convocar uma nova Constituinte e criticou o vice pelas opiniões controversas sobre a Constituição e sobre a fala de “autogolpe”. “Sou sim um crítico a Constituição”, disse Mourão. “A nossa abrange muita coisa. Defendo uma de princípios e valores, mas é minha opinião pessoal, tenho minha personalidade. E já fiz mea culpa das minhas escorregadas”, afirmou o vice.

BR 18 / ESTADÃO

10
out

ALCKMIN CLASSIFICA DORIA DE ‘TEMERISTA’ E ‘TRAIDOR’

Uma intervenção de João Doria durante reunião da Executiva Nacional do PSDB acendeu o pavio de Geraldo Alckmin. Fora de si, Alckmin mostrou a mágoa que tem por dentro. Chamou de “temerista” o seu afilhado político. “Fique calmo”, reagiu Doria, pedindo “discernimento” e “equilíbrio” ao padrinho. Numa explosão que lhe deu a aparência de um ex-Alckmin, o presidente nacional do PSDB insinuou que Doria é um “traidor”.

O tempo fechou no encontro do PSDB num instante em que Doria, candidato tucano ao governo de São Paulo, defendia a necessidade de o partido avaliar os erros cometidos durante a campanha de 2018. “Terminada a eleição no segundao turno, aí sim, podemos fazer uma avaliação completa”, disse ele a certa altura. “O PSDB não cumpriu o seu papal, quando poderia ter cumprido melhor.”

Alckmin enxergou nas observações do afilhado um questionamento à condução da sua campanha presidencial. Mais: interpretou as palavas de Doria como uma preparação para questionar a sua presença no comando do partido. “O temerista não era eu, não. Era você”, reagiu Alckmin. Doria tentou contemporizar. Mas Alckmin não se deu por achado. “Você, você, você”, disse, elevando o timbre de voz a cada repetição do vocábulo.

Olhando ao redor, Doria argumentou que o apoio à gestão de Michel Temer foi uma decisão partidária, não individual. “Geraldo, você está aqui diante de dois ex-ministros do governo Temer”, declarou. “Acredito que você não queira desrespeitar nem o José Serra (ex-Itamaraty) nem o Bruno Araújo (ex-Cidades). Fizeram parte desse governo.  Foram bons ministros. (…) Outros participaram. Vamos ter discernimento em relação a isso.”

Doria insistiu: “Fique calmo. Discernimento e equilíbrio, aliás, sempre foram características que você teve. Não [reaja] de forma passional.” Alckmin não se conteve. Língua em riste, sapecou: “Traidor eu não sou”. E Doria, insistindo em manusear panos quentes: “Vamos ter uma conduta com calma e equilíbrio”.

A explosão de Alckmin chegou com enorme atraso. Veio depois de uma derrota desconcertante. Dono de 43% do horário eleitoral, Alckmin terminou o primeiro turno da corrida presidencial em quarto lugar, com humilhantes 4,76% dos votos. Ficou na mesma região do mapa eleitoral em que estavam João Amoedo (2,5%), Cabo Daciolo (1,26%) e uma desidratada Marina Silva (1%).

Foi a primeira vez desde 1994 que o eleitor excluiu o PSDB do rol de protagonistas de uma disputa pelo Planalto. Nas últimas seis sucessões, o partido vencera duas no primeiro turno, com Fernando Henrique Cardoso, e perdera quatro no segundo turno —duas para Lula e duas para Dilma.

Patrono da eleição de Doria à prefeitura de São Paulo, em 2016, Alckmin vinha se queixando do comportamento do afilhado desde o ano passado. Em privado, acusara Doria de invadir sua trincheira, ao se insinuar como uma opção de candidato à Presidência. Depois, queixara-se da decisão do pupilo de abandonar o mandato de prefeito para disputar o governo paulista.

Inicialmente, o palanque de Alckmin em São Paulo seria o do governador Marcio França (PSB). Com a entrada de Doria no jogo, vendeu-se a ideia de que Alckmin passaria a dispor de dois palanques. Na prática, tornou-se um sem-palanque. Hoje, Doria e França medem forças no segundo turno. E Alckmin vive o inferno dos derrotados.

Na véspera do encontro da Executiva, Doria dissera, em entrevista ao UOL, que defenderia o apoio do PSDB à candidatura presidencial de Jair Bolsonaro. O mesmo Bolsonaro que aplicou uma surra eleitoral em Alckmin, roubando-lhe os eleitores e o papel de anti-PT que o tucanato desempenhou nas últimas duas décadas.

Ao final da renião, Alckmin anunciou que o PSDB permanecerá no segundo turno em seu habitat natural: o muro. O partido “decidiu liberar os seus militantes e os seus líderes”, informou Alckmin. “Nós não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro. O partido não apoiará nem um nem outro e libera seus filiados e líderes para que decidam de acordo com sua consciência, com sua convicção e com a realidade de seus Estados”.

JOSIAS DE SOUZA

9
out

SOB ALCKMIN, PSDB DECIDE SE APOIA BOLSONARO

A participação de Geraldo Alckmin na disputa presidencial de 2018 transformou-se numa excursão para o inferno. Na campanha, Alckmin assistiu ao avanço de Jair Bolsonaro sobre o eleitorado tucano de São Paulo, que o PSDB julgava cativo. Nas urnas, Alckmin amargou um vexatório quarto lugar, com menos de 5% dos votos. Nesta terça-feira, Alckmin comanda, na condição de presidente do PSDB, uma reunião da Executiva do seu partido. Na pauta, um drama hamletiano do tucanato: apoiar ou não apoiar Bolsonaro?, eis a questão.

Como se tudo isso fosse pouco, um afilhado político de Alckmin, o tucano João Doria, vai à Executiva, em Brasília, com o propósito de defender o apoio do PSDB ao algoz do seu padrinho. “Colocarei com clareza o que já sabem que é minha posiçao. Eu apoio Bolsonaro”, disse Doria em entrevista ao UOL.

Bolsonaro empurra o PSDB para o seu habitat natural: o muro. Entretanto, os outros cinco tucanos que disputam governos estaduais no segundo turno também flertam com o apoio ao capitão do PSL. Doria esboçou a cena: “Pode haver até uma situação inusitada, em que os candidatos que disputam governo no segundo turno, contando comigo são seis, tenham uma posição hipoteticamente pró-Bolsonaro. Pode ser que o partido tome uma decisão de neutralidade, não ter posição alguma.”

Vai seguir a decisão partidária?, quis saber o repórter. E Doria: “Nenhuma neutralidade. Serei absolutamente contra o PT, Fernando Haddad, Lula… E, neste caso, alinhado com a candidatora Jair Bolsonaro.” Os outros cinco tucanos que disputam poltronas de governador são: Eduardo Leite (RS), Expedito Júnior (RO), José de Anchieta (RR), Reinaldo Azambuja (MS) e Antonio Anastasia (MG). Nos seus respectivos Estados, Bolsonaro foi o mais votado.

A descida de Alckmin pelos nove círculos do inferno inclui a visão de uma disputa que contribuiu para a derrocada do seu projeto presidecial. Ex-vice de Alckmin e herdeiro da poltrona de governador, Marcio França (PSB) mede forças com Doria pelo governo de São Paulo. Em tese, Alckmin teria dois palanques no seu Estado. Em verdade, não teve nenhum. Hoje, França dedica-se a trocar farpas com Doria. Sobre o duplo palanque, ele diz: “Foi um erro grave”. Como se observa, Alckmin exerceu em sua plenitude o direito de escolher seu próprio caminho para o inferno.

Josias de Souza

9
out

BOLSONARO AFIRMA QUE ELE É QUEM MANDA, DESAUTORIZA VICE, DESCARTA CONSTITUINTE E DIZ QUE ‘NÃO EXISTE’ AUTOGOLPE

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, desautorizou nesta segunda-feira (8) em entrevista ao Jornal Nacional o general Hamilton Mourão, candidato a vice em sua chapa.

Em entrevistas, o vice afirmou que a elaboração de uma nova Constituição não precisaria passar por eleitos, sugeriu uma constituinte de notáveis e cogitou, em caso de anarquia, um “autogolpe” por parte do presidente com apoio das Forças Armadas.

Após uma apresentação inicial de dois minutos, Bolsonaro respondeu à seguinte pergunta do jornalista William Bonner:

“No mês passado, durante uma palestra, o seu vice, general Hamilton Mourão, disse que a Constituição brasileira de 1988 foi um erro. A chamada Constituição cidadã, que é o que garante a nossa democracia e que acabou de completar apenas 30 anos. O general Mourão disse que a elaboração de uma Constituição nova ‘não precisa ser feita por eleitos pelo povo’, que poderia ser feita por um conselho de notáveis, nas palavras usadas pelo seu vice, e apenas referendada, depois, pelos eleitores. Juristas dizem que a nossa Constituição não permite a convocação de uma constituinte, não há previsão para isso. Existe uma previsão de reforma por emenda constitucional, que precisa da aprovação de 3/5 dos deputados e dos senadores. E essas emendas. o senhor sabe, não podem mudar cláusulas pétreas. Essas não podem ser alteradas de jeito nenhum. Também em setembro, em uma entrevista à GloboNews, o general Mourão admitiu a possibilidade de o presidente da República perpetrar o chamado autogolpe. O que o senhor diria aos seus críticos, que se preocupam com a democracia brasileira no caso de o senhor se eleger presidente?”

Ao responder, Bolsonaro declarou que Mourão foi “infeliz” ao dar essas declarações e que, apesar de o colega de chapa ser general e ele capitão, quem mandará no governo será o presidente.

“Ele é general, eu sou capitão. Mas eu sou o presidente. O desautorizei nesses dois momentos. Ele não poderia ir além daquilo que a Constituição permite. Jamais eu posso admitir uma nova constituinte, até por falta de poderes para tal. E a questão de autogolpe não sei, não entendi direito o que ele quis dizer naquele momento. Mas isso não existe”, disse o candidato do PSL.

“Estamos disputando as eleições porque nós acreditamos no voto popular, e seremos escravos da nossa Constituição. Repito: o presidente será o senhor Jair Bolsonaro. E nos auxiliará sim o general Augusto Mourão… Hamilton Mourão. E ele sabe muito bem da responsabilidade que tem por ocasião da sua escolha para ser vice”, complementou.

Durante a entrevista, Bolsonaro disse que a nomeação de Hamilton Mourão para a chapa se deveu à necessidade de se demonstrar “autoridade”, mas “sem autoritarismo”.

O candidato do PSL afirmou ainda que falta “tato” a Mourão, porque o colega de chapa não é do meio político, e sim do meio militar.

“O que falta um pouco ao general Mourão é um pouco de tato, um pouco de vivência com a política. E ele rapidamente se adequará à realidade brasileira e à função tão importante que é a dele. […] Nesses dois momentos ele foi infeliz, deu uma canelada. Mas repito: o presidente jamais autorizaria qualquer coisa nesse sentido”, reiterou Bolsonaro.

G1

9
out

CLÁUSULA DE BARREIRA: PCDOB, PATRIOTA, PHS, PRP, PMN, PTC, REDE, PPL, DC, PRTB, PMB, PCB, PSTU E PCO FICARÃO SEM VERBA PÚBLICA E TEMPO DE TV

Mais de um terço dos 35 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) deve ficar abaixo da cláusula de barreira, mecanismo que tenta reduzir a fragmentação partidária no Brasil. A projeção foi feita pelo GLOBO com base em dados divulgados pelo TSE e que ainda podem sofrer alterações por eventuais anulações de candidaturas.

Das 30 legendas que elegeram representante para o Congresso, 14 não atingiram o índice mínimo de votos válidos, tampouco fizeram deputados federais em número suficiente para vencer a cláusula, que definirá acesso ao fundo partidário e à propaganda de rádio e televisão no próximo ano. Os 14 partidos políticos que perderão os benefícios são: PCdoB, Patriota, PHS, PRP, PMN, PTC, Rede, PPL, DC, PRTB, PMB, PCB, PSTU e PCO.

Se, em 2022, essas siglas tiverem desempenho suficiente, voltam a ter acesso ao fundo partidário e à propaganda. A regra fica mais rígida de eleição em eleição.

Outros quatro partidos passaram no limite e precisam melhorar seus desempenhos em 2022. Avante, PPS, PSC e PV cumpriram um dos critérios deste ano — seus candidatos à Câmara tiveram mais de 1,5% dos votos válidos e ficaram acima de 1% em pelo menos nove estados —, mas suas votações ainda não superam a barreira da próxima eleição. Já metade (18) do total de partidos conseguirá, caso mantenha a votação no mesmo patamar, superar novamente a cláusula daqui a quatro anos.

A Rede Sustentabilidade, partido de Marina Silva, é um dos partidos que não cumpriram nenhuma das metas, segundo a projeção. O mau desempenho de Marina na eleição presidencial teve paralelo no resultado da legenda na disputa por vagas na Câmara dos Deputados, com apenas uma parlamentar eleita — a indígena Joenia Wapichana, em Roraima.

Especialistas ouvidos pelo GLOBO avaliam que a cláusula de barreira deu o primeiro passo para reduzir a fragmentação partidária, mas afirmam que outras variáveis influenciarão a representação de cada legenda no Congresso nos próximos anos. O cientista político Fernando Abrúcio, da FGV, lembra que o fim das coligações proporcionais, a partir das eleições municipais de 2020, trará dificuldades para legendas nanicas cujos deputados são puxados por partidos mais fortes.

— O sistema partidário brasileiro vai se reorganizar, e a cláusula de barreira é só a primeira etapa. Acho que o fim das coligações proporcionais é até mais interessante, e também é normativamente mais justo — avaliou.

O GLOBO

9
out

O SEGREDO DO AMORTECIMENTO AO CORRER NÃO ESTÁ NOS TÊNIS

                       Foto: Alessandro Imperial

A posição recomendada é o corpo levemente inclinado pra frente, pé caindo no solo abaixo do corpo e passada ampliando pra trás (FOTO ACIMA).

Frequentemente me perguntam sobre qual o tênis que melhor amortece o impacto com o solo quando estamos correndo. De antemão já adianto que no quesito amortecimento a maior preocupação não deve ser com eles. Os calçados apropriados ajudam sim, é claro, mas eles não passam de excelentes auxiliares.

Tomando por base as pesquisas mais recentes na área e as conversas com especialistas, se pode afirmar claramente que a sua mecânica de corrida é bem mais importante que os tênis, bem mais. Para ser claro, é a forma como você pisa ao correr que vai absorver o impacto de forma mais eficiente. E a explicação para isso é simples, é pura física.

“Tênis não salva a vida de ninguém. O que vai salvar sua vida é o seu movimento. É você adaptar o seu corpo, é você ensinar o ser corpo como absorver esse impacto. Não tem como você diminuir o impacto, porque quanto mais rápido for o seu corpo, maior impacto vai gerar, porque é a aceleração de dois corpos se encontrando. Mas é aí que vai depender de qual a resposta do seu corpo para esse impacto. Você pode usá-lo para te dar impulso ou te deslocar pra frente, ou você pode pisar errado e fazer esse impacto te levar pra trás, podendo até a provocar deformações no seu corpo”, ressalta Andrei Achcar, atleta amador de corrida e triathlon, treinador de corrida especializado em biomecânica e profissional de educação física formado pela Universidade de Brasília – UnB.

O segredo do sucesso e a chave para essa eficiência tão almejada por 10 entre 10 corredores começa na maneira de correta de tocar o solo na pisada de corrida. Um outro ponto polêmico é a entrada do pé no chão. Uma corrente de profissionais defende que seria melhor tocar o chão primeiro com a ponta ou o meio do pé, mas nunca tocar primeiro o calcanhar. E essa tese nos leva onde exatamente quero chegar e aí lá vem a física de novo.

“Mais importante que a área do pé que primeiro toca o solo, é como isso acontece. O fundamental é que ele não toque o chão à frente do seu corpo. Se isso acontecer, vai gerar uma força contrária ao sentido do movimento desejado. Em outras palavras, quanto mais à frente do corpo o pé entrar, maior será a frenagem e menor será impulso do corpo. Como isso gasta mais energia para se deslocar, compromete a performance e ainda estressa o seu corpo como um todo”, reforça Andrei.

O ideal é buscar a mecânica em que o pé inicie o contato com o solo bem abaixo do seu corpo, abaixo do eixo gravitacional. Isso vai facilitar a entrada com a região de médio-pé de forma mais natural. Quando o pé inicia a pisada abaixo do corpo, o impacto é melhor absorvido por músculos e tendões que estão aptos não só a suportar o peso, como também a responder em forma de impulso levando o atleta sempre pra frente.

Esse movimento, de forma até natural, vai te fazer correr com uma leve inclinação do corpo à frente, o que com a gravidade propicia a posição a favor do movimento. Por consequência também a passada vai crescer para trás e não para frente do corpo. Assim, a força exercida contra o solo é 100% dedicada ao impulso.

Pois é, isso põe por terra aquela antiga teoria que aprendemos nas nossas aulas de educação física quando crianças, que o conceito da pisada perfeita era aquela completa. Onde você começa pelo calcanhar, vai passando por todo a área do meio e sai do chão com a ponta do pé. Esqueça tudo isso. Os tempos mudaram e a ciência está no esporte para nos ajudar mesmo.

Para finalizar, vale lembrar que apesar de todos os novos conceitos e estudos, obviamente que alguns corredores e alguns corpos poderão se adaptar melhor a outras formas de pisada e passada. Afinal, cada pessoa tem sua particularidade e o que serve para o geral, pode não servir para casos específicos. Então é sempre bom lembrar, procure o acompanhamento de um profissional de educação física.

Exemplo de como não se deve correr: joelho totalmente esticado, pé tocando o solo à frente do corpo que acaba inclinado pra trás.

8
out

ELEIÇÕES 2018: VEJAM QUEM SÃO OS OITO DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS DO RN

Com o 100% das urnas apuradas, a nova bancada federal do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados para a legislatura que se inicia em 2019 ficou da seguinte forma. Dos eleitos, três forma reeleitos e cinco são novos, o que significa uma renovação de mais de 50%.

Foram eleitos

Coligação Trabalho e Superação I:
Benes Leocádio
João Maia
Rafael Motta
Fábio Faria

Do Lado Certo:
Natália Bonavides
Fernando Mineiro

100% RN:
Walter Alves

Renova RN 1:
General Girão

Ficaram como suplentes

Coligação Trabalho e Superação I:
1º Suplente: Carla Dickson
2º Suplente: Rogério Marinho

Do Lado Certo:
1º Suplente: Caramuru Paiva
2º Suplente: Garibalde Leite

100% RN:
1º Suplente: Beto Rosado
2º Suplente: José Agripino

Renova RN I:
1º Suplente: Lawrence Amorim
2º Suplente: Salismar

Atual bancada

Só conseguiram renovar o mandato os deputados federais Walter Alves, Rafael Motta e Fábio Faria. Os demais nomes da atual bancada não concorreram ou perderam o pleito.

Zenaide Maia não concorreu para disputar o cargo ao Senado Federal, cargo que conseguiu se eleger.

Beto Rosado, que tentava reeleição, não conseguiu se eleger pela Coligação 100% RN, ficando apenas na primeira suplência.

O deputado Antônio Jácome não disputou a reeleição. Optou por disputar o cargo de senador, mas ficou longe de se eleger.

O deputado Rogério Marinho tentou a reeleição, mas ficou apenas na segunda suplência da coligação Coligação Trabalho e Superação I.

O deputado Felipe Maia desistiu de concorrer ao pleito para abrir a vaga na disputa para o pai José Agripino Maia.

8
out

ELEIÇÕES 2018: VEJA QUEM SÃO OS 24 DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS NO PLEITO DESTE ANO

Com 100% das urnas apuradas, vejam a nova bancada da Assembleia Legislativa eleita nas eleições desse ano.

Foram eleitos

Coligação Trabalho e Superação II elegeu 9 deputados:
Ezequiel Ferreira
Gustavo Carvalho
Tomba Farias
Galeno Torquato
George Soares
Raimundo Fernandes
Vivaldo Costa
Albert Dickson
José Dias

Coligação 100% RN II elegeu 3 deputados:
Nélter Queiroz
Hermano Morais
Getúlio Rêgo

Coligação do Lado Certo elegeu 3 deputados:
Isolda Dantas
Souza Neto
Francisco do PT

Coligação Avança RN 1 elegeu 2 deputados:
Eudiane Macedo
Ubaldo Fernandes

Coligação Renova RN II elegeu 2 deputados:
Kelps Lima
Allyson Bezerra

Coligação Renova RN III elegeu 2 deputados:
Cristiane Dantas
Coronel Azevedo

Coligação Trabalho e Superação III elegeu 2 deputados:
Doutor Bernardo
Kleber Rodrigues

Partido PSOL elegeu 1 deputado:
Sandro Pimentel

Reeleição

Nesta eleição, 15 deputados estaduais foram reeleitos. São eles: Ezequiel Ferreira (PSDB), Gustavo Carvalho (PSDB), Tomba Farias (PSDB), Vivaldo Costa (PSD), Galeno Torquato (PSD), Albert Dickson (PROS), Raimundo Fernandes (PSDB), George Soares (PR), José Dias (PSDB), Nelter Queiroz (MDB), Hermano Morais (MDB), Getulio Rêgo (DEM), Souza (PHS), Kelps (SD) e Cristiane Dantas (PPL).


Renovação

Foram renovadas nove das 24 cadeiras de deputado estadual, o que dá pouco mais de 30% de renovação na Assembleia Legislativa. São eles: Doutor Bernardo (Avante), Isolda Dantas (PT), Kleber Rodrigues (Avante), Coronel Azevedo (PSL), Francisco do PT (PT), Eudiane Macedo (PTC), Allyson Bezerra (Solidariedade), Ubaldo Fernandes (PTC) e Sandro Pimentel (PSOL).

Deixarão a Assembleia Legislativa, na próxima legislatura, os deputados: Ricardo Motta (PSB), Márcia Maia (PSDB), Carlos Augusto Maia (PCdoB), Larissa Rosado (PSDB), Jacó Jácome (PSD) e Gustavo Fernandes (PSDB), que não conseguiram se reeleger; o deputado Fernando Mineiro (PT), que optou por concorrer ao cargo de deputado federal, do qual se elegeu; e os deputados Dison Lisboa (PSD) e José Adécio, que estavam inelegíveis, enquadros na Lei da Ficha Limpa, e não disputaram o pleito.

8
out

ELEITO DESDE 1986 GOVERNADOR ROBINSON FARIA VAI FICAR SEM MANDATO

O governador Robinson Faria (PSD) não foi reeleito e pela primeira vez, desde que entrou para a vida pública, ficará sem mandato a partir de 2019.

Robinson se elegeu deputado estadual há 33 anos, em 1986, quando tinha 27 anos, e cumpriu 6 mandatos, em dois se elegendo 4 vezes presidente da Assembleia Legislativa, até se eleger vice da governadora Rosalba Ciarlini.

Depois se elegeu governador, sempre seguindo a linha de não ficar sem mandato.

Robinson ficou em terceiro lugar como apontavam as pesquisas, e obteve 192.037 votos, o equivalente a 11,85%

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